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Especialidades

Direito Digital e Tecnológico

O direito digital e tecnológico reúne normas aplicáveis às relações jurídicas que ocorrem em ambientes digitais, envolvendo proteção de dados pessoais, responsabilidade civil de provedores de aplicações, contratos de tecnologia e crimes cibernéticos.

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Ricardo Carnieletto — direito digital e tecnológico

Por onde começar

Proteção de dados

Bases legais de tratamento

A LGPD prevê diversas bases legais além do consentimento, como execução contratual, legítimo interesse e cumprimento de obrigação legal.

Direitos dos titulares

Os titulares de dados podem solicitar acesso, correção, eliminação, portabilidade e informações sobre o compartilhamento de seus dados.

Incidentes de segurança

Empresas devem comunicar à ANPD e aos titulares incidentes que possam acarretar risco ou dano relevante, conforme critérios legais.

O que fazemos

Responsabilidade e contratos

Marco Civil da Internet

Lei nº 12.965/2014 estabelece princípios, garantias e deveres para o uso da internet no Brasil, incluindo neutralidade de rede e privacidade.

Contratos de SaaS e nuvem

Acordos de nível de serviço definem disponibilidade, suporte e responsabilidades entre contratante e fornecedor de tecnologia.

Inteligência artificial

O uso de sistemas de IA em decisões empresariais levanta discussões sobre transparência, responsabilidade e proteção de dados pessoais envolvidos.

Como funciona

Do diagnóstico ao acompanhamento

  1. Escuta e diagnóstico

    Entendemos o negócio, os documentos e o objetivo antes de propor qualquer caminho.

  2. Plano jurídico

    Organizamos alternativas, riscos e prioridades em um plano claro para a decisão.

  3. Execução

    Elaboramos documentos, conduzimos negociações e acompanhamos registros e prazos.

  4. Acompanhamento

    Revisamos a estrutura conforme o negócio e a legislação evoluem.

O que muda

Segurança para decidir e crescer

  • Decisões tomadas com base jurídica clara
  • Riscos identificados antes de virarem problema
  • Documentação organizada e rastreável
  • Um jurídico próximo, que conhece o seu negócio
Advocacia estratégica para proteger o presente e construir o seu legado.
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Respostas para decidir

Perguntas sobre direito digital e tecnológico

O que é o direito digital e tecnológico?

É o ramo do direito que trata das relações jurídicas em ambientes digitais, incluindo proteção de dados pessoais, responsabilidade de plataformas, contratos de tecnologia e crimes cometidos por meios eletrônicos. A aplicação dessa orientação depende dos fatos e dos documentos envolvidos. Antes de tomar uma decisão, verifique se a situação concreta corresponde às premissas descritas e se existe alguma regra específica ou alteração normativa relevante para o caso.

Planalto - Lei Geral de Proteção de Dados, Lei nº 13.709/2018
Toda empresa precisa ter um encarregado de dados (DPO)?

A LGPD prevê a figura do encarregado, mas a ANPD admite flexibilizações para determinados perfis de agentes de tratamento, como organizações de menor porte, conforme regulamentação específica sobre o tema editada pela autoridade. A aplicação dessa orientação depende dos fatos e dos documentos envolvidos. Antes de tomar uma decisão, verifique se a situação concreta corresponde às premissas descritas e se existe alguma regra específica ou alteração normativa relevante para o caso.

Quais são as bases legais para tratar dados pessoais?

A LGPD prevê diversas bases legais, como consentimento do titular, execução de contrato, cumprimento de obrigação legal, proteção da vida, exercício regular de direitos e legítimo interesse, entre outras hipóteses previstas em lei. A aplicação dessa orientação depende dos fatos e dos documentos envolvidos. Antes de tomar uma decisão, verifique se a situação concreta corresponde às premissas descritas e se existe alguma regra específica ou alteração normativa relevante para o caso.

Plataformas digitais sempre precisam de ordem judicial para remover conteúdo?

Não necessariamente. Decisões do STF em 2025 ampliaram hipóteses em que plataformas podem responder por certos conteúdos ilícitos sem ordem judicial prévia, variando conforme o tipo de conteúdo e o serviço envolvido. A aplicação dessa orientação depende dos fatos e dos documentos envolvidos. Antes de tomar uma decisão, verifique se a situação concreta corresponde às premissas descritas e se existe alguma regra específica ou alteração normativa relevante para o caso.

O que o Marco Civil da Internet regula?

A Lei nº 12.965/2014 estabelece princípios como neutralidade de rede, proteção à privacidade, liberdade de expressão e responsabilidade de provedores, servindo de base normativa para diversas relações jurídicas na internet brasileira. A aplicação dessa orientação depende dos fatos e dos documentos envolvidos. Antes de tomar uma decisão, verifique se a situação concreta corresponde às premissas descritas e se existe alguma regra específica ou alteração normativa relevante para o caso.

O que fazer em caso de vazamento de dados pessoais?

A empresa deve avaliar o risco do incidente e, conforme critérios legais, comunicar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados e os titulares afetados, além de adotar medidas para mitigar danos e prevenir novas ocorrências. A aplicação dessa orientação depende dos fatos e dos documentos envolvidos. Antes de tomar uma decisão, verifique se a situação concreta corresponde às premissas descritas e se existe alguma regra específica ou alteração normativa relevante para o caso.

Contratos de software precisam de cláusulas específicas de dados?

Sim, contratos que envolvem tratamento de dados pessoais devem definir responsabilidades entre controlador e operador, medidas de segurança adotadas e condições de uso, armazenamento e eliminação dos dados tratados durante a prestação do serviço. A aplicação dessa orientação depende dos fatos e dos documentos envolvidos. Antes de tomar uma decisão, verifique se a situação concreta corresponde às premissas descritas e se existe alguma regra específica ou alteração normativa relevante para o caso.

Conteúdo gerado por inteligência artificial pode gerar responsabilidade?

Sim, o uso de sistemas de IA pode gerar discussões sobre responsabilidade civil, direitos autorais e proteção de dados, especialmente quando decisões automatizadas afetam pessoas ou quando dados pessoais são usados no treinamento dos modelos. A aplicação dessa orientação depende dos fatos e dos documentos envolvidos. Antes de tomar uma decisão, verifique se a situação concreta corresponde às premissas descritas e se existe alguma regra específica ou alteração normativa relevante para o caso.

O titular de dados pode pedir a exclusão de suas informações?

Sim, a LGPD garante ao titular o direito de solicitar a eliminação de dados pessoais tratados com consentimento, ressalvadas hipóteses legais de guarda obrigatória, como cumprimento de obrigação legal ou regulatória pela empresa responsável. A aplicação dessa orientação depende dos fatos e dos documentos envolvidos. Antes de tomar uma decisão, verifique se a situação concreta corresponde às premissas descritas e se existe alguma regra específica ou alteração normativa relevante para o caso.

Empresas de tecnologia precisam de política de privacidade?

Sim, a transparência sobre como os dados são coletados, usados e compartilhados é exigência da LGPD, sendo a política de privacidade o instrumento usual para informar titulares sobre finalidades e direitos relacionados ao tratamento de dados. A aplicação dessa orientação depende dos fatos e dos documentos envolvidos. Antes de tomar uma decisão, verifique se a situação concreta corresponde às premissas descritas e se existe alguma regra específica ou alteração normativa relevante para o caso.

Quais informações preparar para conversar sobre direito digital e tecnológico?

Organize os documentos relacionados à dúvida, identifique as pessoas envolvidas e descreva a decisão que precisa ser tomada. Informe se existem contratos assinados, notificações recebidas ou algum prazo em curso. Esse levantamento permite distinguir fatos comprovados de hipóteses e direcionar a análise. Não é necessário divulgar documentos sensíveis em espaços públicos; o compartilhamento deve ocorrer por um canal adequado, após orientação sobre o atendimento.

Uma informação geral sobre direito digital e tecnológico substitui a análise do caso?

Não. Uma explicação geral apresenta conceitos e possíveis pontos de atenção, mas não examina documentos, fatos controvertidos ou regras específicas aplicáveis à situação. A conclusão jurídica depende dessas informações e pode mudar conforme a natureza da operação, o local envolvido e a legislação vigente. Antes de assinar um instrumento ou assumir uma obrigação, é importante esclarecer o contexto e obter orientação individualizada.

Como definir o escopo de uma análise de direito digital e tecnológico?

O escopo deve indicar a questão a examinar, os documentos disponíveis e os limites da atuação pretendida. Revisar um contrato, emitir uma orientação e representar uma parte em processo são atividades diferentes, que podem exigir contratação própria. A definição prévia facilita a compreensão das responsabilidades e das entregas. Honorários, condições e eventual acompanhamento posterior devem ser esclarecidos diretamente com o profissional, sem presumir inclusão automática de outras demandas.

Quando revisar uma orientação sobre direito digital e tecnológico?

A revisão é pertinente quando os fatos que sustentaram a orientação mudam, quando surgem documentos relevantes ou quando uma alteração normativa afeta a questão analisada. Uma resposta formulada para determinada operação não deve ser reutilizada automaticamente em outra situação. Registrar as premissas, guardar os instrumentos assinados e informar acontecimentos posteriores ajuda a manter a análise coerente com a realidade e evita decisões baseadas em informações incompletas ou desatualizadas.

Quais serviços do escritório se relacionam com direito digital e tecnológico?

Além de direito digital e tecnológico, o escritório Ricardo Carnieletto Advogados atua em frentes complementares: Direito Empresarial (contratos, sociedades e governança); Consultoria Jurídica (orientação para decisões, contratos e riscos); Legal as a service (apoio jurídico contínuo conforme o escopo).